Luciano aqui.
Se você chegou até essa página, provavelmente está curioso para saber quem está por trás da Sol del Este. Sem mistério: sou eu, um francês que um dia provou um mate pela primeira vez e nunca mais conseguiu largar.
A primeira vez
Foi em uma viagem pelo sul do Chile, na ilha de Chiloé. Um conhecido me passou uma cuia, eu achei o sabor meio forte para meu paladar europeu — nada contra, mas era um sabor novo, intenso. O que me marcou mesmo veio depois: naquele dia, percebi que tinha mais energia, mais foco, sem a agitação do café. A curiosidade virou interesse.
De volta à França
Voltei para a França com uma cuia na mochila. Passei meses aprendendo a preparar direito, experimentando marcas diferentes, descobrindo quais ervas combinavam mais comigo. O que começou como curiosidade de viagem virou um hábito diário — e, pouco a pouco, uma pequena obsessão.
Foi nessa época que a ideia da Sol del Este começou a tomar forma na minha cabeça. Mas eu ainda não tinha dado o passo.
O segundo mergulho: Argentina e Uruguai
Alguns meses depois, peguei a estrada de novo — desta vez para uma viagem longa pela Argentina e pelo Uruguai. Não estava mais só provando o mate: estava tentando entendê-lo. Como é preparado? Por que as ervas uruguaias são tão diferentes das argentinas? O que uma família gaúcha conversa em volta de uma cuia numa tarde de domingo?
Essa viagem mudou tudo. Não porque tenha "aprendido" o mate como um turista aprende uma receita, mas porque passei a entender o que ele significa para as pessoas que crescem com ele. O mate não é uma bebida. É uma pausa, um pretexto para estar junto, um ritual que acompanha o dia.
E, sinceramente, acabei me apegando ao Uruguai. Voltei outras vezes e continuo voltando — esse vínculo com o país me permite escolher as ervas e acessórios com cuidado, direto da região onde tudo acontece.
E o Brasil?
Preciso ser honesto com você: do Brasil, só conheço Foz do Iguaçu. Meu mate do dia a dia é uruguaio — é o estilo que me conquistou primeiro. Mas tenho um respeito enorme pelo chimarrão: o verde vibrante, a moagem fininha, o jeito gaúcho de tomar numa cuia maior, aquela conversa que dura horas. É uma tradição paralela, com personalidade própria, e é por isso que trago marcas brasileiras como Baldo, Barão e Rei Verde no site. Quero que quem cresceu com chimarrão encontre aqui o gosto de casa.
A Sol del Este hoje
A Sol del Este é uma boutique pequena — e eu quero que continue sendo assim. Nada de catálogo com mil itens genéricos: cada erva, cada cuia, cada bomba passa pelas minhas mãos antes de chegar na sua. Trabalho diretamente com produtores e fornecedores selecionados na Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai, e envio para toda a França, União Europeia e Suíça.
Se você cresceu com o mate e sente falta do gosto de casa — seja chimarrão do Sul, mate amargo uruguaio ou tereré paraguaio — meu objetivo é simples: te mandar uma erva autêntica, bem embalada, que chegue rápido e que te dê vontade de voltar.
E se você está só começando a descobrir o mate, também está no lugar certo. Posso te ajudar a escolher por onde começar.
Obrigado por ter lido até aqui.
Qualquer dúvida, estou do outro lado do e-mail: info@soldeleste.com.
— Luciano, Sol del Este
A história da Sol del Este: um francês apaixonado pelo mate
Luciano aqui.
Se você chegou até essa página, provavelmente está curioso para saber quem está por trás da Sol del Este. Sem mistério: sou eu, um francês que um dia provou um mate pela primeira vez e nunca mais conseguiu largar.
A primeira vez
Foi em uma viagem pelo sul do Chile, na ilha de Chiloé. Um conhecido me passou uma cuia, eu achei o sabor meio forte para meu paladar europeu — nada contra, mas era um sabor novo, intenso. O que me marcou mesmo veio depois: naquele dia, percebi que tinha mais energia, mais foco, sem a agitação do café. A curiosidade virou interesse.
De volta à França
Voltei para a França com uma cuia na mochila. Passei meses aprendendo a preparar direito, experimentando marcas diferentes, descobrindo quais ervas combinavam mais comigo. O que começou como curiosidade de viagem virou um hábito diário — e, pouco a pouco, uma pequena obsessão.
Foi nessa época que a ideia da Sol del Este começou a tomar forma na minha cabeça. Mas eu ainda não tinha dado o passo.
O segundo mergulho: Argentina e Uruguai
Alguns meses depois, peguei a estrada de novo — desta vez para uma viagem longa pela Argentina e pelo Uruguai. Não estava mais só provando o mate: estava tentando entendê-lo. Como é preparado? Por que as ervas uruguaias são tão diferentes das argentinas? O que uma família gaúcha conversa em volta de uma cuia numa tarde de domingo?
Essa viagem mudou tudo. Não porque tenha "aprendido" o mate como um turista aprende uma receita, mas porque passei a entender o que ele significa para as pessoas que crescem com ele. O mate não é uma bebida. É uma pausa, um pretexto para estar junto, um ritual que acompanha o dia.
E, sinceramente, acabei me apegando ao Uruguai. Voltei outras vezes e continuo voltando — esse vínculo com o país me permite escolher as ervas e acessórios com cuidado, direto da região onde tudo acontece.
E o Brasil?
Preciso ser honesto com você: do Brasil, só conheço Foz do Iguaçu. Meu mate do dia a dia é uruguaio — é o estilo que me conquistou primeiro. Mas tenho um respeito enorme pelo chimarrão: o verde vibrante, a moagem fininha, o jeito gaúcho de tomar numa cuia maior, aquela conversa que dura horas. É uma tradição paralela, com personalidade própria, e é por isso que trago marcas brasileiras como Baldo, Barão e Rei Verde no site. Quero que quem cresceu com chimarrão encontre aqui o gosto de casa.
A Sol del Este hoje
A Sol del Este é uma boutique pequena — e eu quero que continue sendo assim. Nada de catálogo com mil itens genéricos: cada erva, cada cuia, cada bomba passa pelas minhas mãos antes de chegar na sua. Trabalho diretamente com produtores e fornecedores selecionados na Argentina, Uruguai, Brasil e Paraguai, e envio para toda a França, União Europeia e Suíça.
Se você cresceu com o mate e sente falta do gosto de casa — seja chimarrão do Sul, mate amargo uruguaio ou tereré paraguaio — meu objetivo é simples: te mandar uma erva autêntica, bem embalada, que chegue rápido e que te dê vontade de voltar.
E se você está só começando a descobrir o mate, também está no lugar certo. Posso te ajudar a escolher por onde começar.
Obrigado por ter lido até aqui.
Qualquer dúvida, estou do outro lado do e-mail: info@soldeleste.com.
— Luciano, Sol del Este